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UFC: Taila Santos promete colocar seu jogo contra Valentina Shevchenko na disputa do cinturão

"Acredito que por ela ser a campeã e estar com o cinturão, as adversárias entram para a luta respeitando demais, eu venho para mostrar um diferencial", comentou a brasileira que busca ficar com o cinturão


Taila Santos subirá para o octógono neste sábado para a luta mais importante da sua carreira no UFC. Após cerca de três anos na organização, a brasileira encara Valentina Shevchenko pelo cinturão do peso mosca e sabe o que quer do combate. “Venho para mostrar um diferencial”.

A caminhada de Taila Santos no UFC teve início em uma edição do Contender Series. Depois dela, a brasileira acabou derrotada em sua primeira luta na organização, contra Mara Romero Borella. Depois disso, a brasileira engatou uma sequência de quatro vitórias, com três decisões unânimes e uma finalização.

Com esse retrospecto, Taila se credenciou para a primeira disputa de cinturão do UFC de sua carreira. Em seu sexto combate na organização, a brasileira terá Valentina Shevchenko pela frente, que não perde uma luta desde 2018 e está com o cinturão da categoria há oito lutas.

"Espero que vejam agressividade, vejam o potencial que cada um tem. Espero que vejam que se a gente quer, a gente consegue. Cada atleta, cada pessoa tem seu potencial. Sei que a Valetina é uma atleta experiente e dura, mas vejo que as meninas as respeitam muito ela. Acredito que por ela ser a campeã e estar com o cinturão, as adversárias entram para a luta respeitando demais, sem conseguir colocar o seu estilo e fica naquela que ninguém se encosta. Eu venho para mostrar um diferencial".

Como vencer a dona do cinturão

O duelo entre Taila e Valentina coloca frente a frente duas atletas que tem a mesma origem. Por conta disso, a brasileira não esconde que o caminho para a vitória é usar o chão.

"Eu também vim do muay thai, minha raiz é a trocação. Mas hoje em dia eu tenho muita afinidade com a luta de solo, me sinto super bem com o chão. Eu me sinto bem preparada para isso. Estou pronta para a luta agarrada e a trocação, mas me sinto muito mais a vontade hoje na luta de solo. É onde eu tenho mais afinidade, onde eu gosto mais. Ficar na trocação eu creio que é mais perigo, porque é chumbo cruzado. Vem de lá e vem de cá. No solo não. No chão você consegue controlar mais, colocar mais seu jogo, colocar em prática sua estratégia. Na trocação é apostar mais em chumbo cruzado".