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FIFA 21: o que Zezinho e SpiderKong esperam do competitivo durante a pandemia

A pandemia de coronavírus mexeu com o mundo inteiro e, obviamente, o mundo dos esports não ficou de fora. O "novo normal" praticamente acabou com os campeonatos presenciais e os torneios desde então - e nos próximos online - são feitos 100% online.

No cenário do FIFA 21, a situação não é diferente. A Global Series, série de torneios competitivos da EA Sports, será disputada completamente online até segunda ordem. O que esperar do competitivo de um game que começará nessa situação?

O ESPN.com.br conversou com Henrique Zezinho e Miguel SpiderKong para saber o que os profissionais brasileiros esperam do futuro do cenário.

"Então, a gente sabe que está numa situação que ninguém queria estar, mas acho que, dentro do possível, a EA fez tudo para gente ter uma temporada do competitivo. Ainda que tudo online, terão vários campeonatos. Acho também que não tem muita opção, só resta respeitar o momento que a gente vive. Tomara que a gente consiga logo voltar aos campeonatos presenciais que é onde todo mundo prefere e gosta de jogar, mas acho que enquanto isso realmente tem que dar prioridade para a situação que a gente está vivendo e continuar com o FIFA online. A gente sabe que não é a mesma coisa, mas ainda assim é muito legal ter a oportunidade de competir", comentou SpiderKong.

Zezinho, vencedor da FUT Champions Cup Stage IV do FIFA 20, em Paris, na França, concorda com Spider que a prioridade é a saúde das pessoas, mas lamentou a ausência de torneios presenciais, aonde, segundo o próprio, "se transforma em outro jogador".

"Isso é um pouco complicado de falar para mim. Como o pessoal já me reconhece, eu sou mais jogador de presencial mesmo. Online eu nunca fui muito destaque, mas quando chega no presencial muda a mentalidade, acho que muda completamente a atmosfera e eu acabo por ir melhor. Tive vários top 2, top 4 aí e ano passado pude ser campeão. Acho que isso vai dificultar um pouquinho para mim, mas é por isso que eu estou dando meu máximo agora, treinando para aprender tudo que eu posso e chegar no campeonato online e ter o mesmo desempenho que eu tinha e sempre costumei ter nos presenciais", analisou.

"Vou dar meu máximo para caso haja a volta dos torneios presenciais ano que vem, o que é um grande 'será' para gente, que a gente não sabe se vai acontecer ou não, mas caso haja um Mundial de FIFA ano que vem a gente tem que estar bem nestes torneios online. Como o Spider já havia falado, é complicada a situação. Não é complicada só para nós, mas para todo mundo que está vivendo no meio dessa pandemia, então acho que a EA fez o melhor que ela podia para controlar a situação e eu espero que eu - e todos os jogadores de FIFA - consigamos ir bem nessa temporada online", finalizou.