Mais informações sobre o FPS que vem sendo desenvolvido pela Riot Games inundaram as redes sociais nessa terça-feira (11) após importantes nomes dos esportes eletrônicos de todo o mundo revelarem que tiveram a oportunidade de testar o Project A. O Brasil teve três representantes, sendo que um desses foi uma das figuras mais importantes do Counter-Strike nacional, Gaules, que viu que o novo jogo possui o que há de melhor de todos os títulos de First Person Shooter existentes.
"Eles pegaram o que há de melhor nos jogos de FPS conhecidos e colocaram num só. Isso é cópia? Não sei. [Mas vejo que] Isso é você olhar o que a comunidade gosta e colocar tudo num jogo só. Foi a sensação que eu tive", revelou o influenciador numa stream.
Gaules apontou que o Project A possui muitas semelhanças com o Counter-Strike. De acordo com o influenciador, uma das diferenças é que no FPS da Riot Games as partidas terminam quando uma equipe vence 13 rounds, enquanto no CS é 16.
"A economia é muito parecida com a do CS e a forma de comprar as armas é intuitiva, sendo bem próxima do que é visto nos outros jogos de FPS. Os recoil das armas são parecidos. É muito próximo ao CS, mas mais versátil para se divertir por causa das habilidades", explicou.
Para assistir tudo o que foi dito por Gaules sobre o Project A, clique aqui.
- O formato é vira 12 acaba quando um time fizer 13 rounds
— Gaules (@Gaules) February 11, 2020
- A economia é muito parecida com a do CS
- Vc tbm tem que fazer alguns rounds ECO pra comprar arma melhores
- Todos personagens podem comprar as mesmas armas!
- Cada arma tem um recoil diferente e muito similar as do CS
Mais pra frente vou poder falar e mostrar mais coisas! A experiência foi incrivelmente positiva e fiquei muito feliz de ver a preocupação da Riot com cada detalhe! É disparado o FPS mais legal que eu já joguei depois do CS e tem potencial para se tornar um gigante!
— Gaules (@Gaules) February 11, 2020
O influenciador avisou que o Project A "é resolvido na bala". Segundo o influenciador, as habilidades presentes nos personagens podem ser "comparadas aos utilitários do CS. Cada personagem tem uma habilidade nativa, um especial e outras duas que você compra na base. Você tem que cuidar da economia e tem momento para usar as skill, não dá para ficar 'spammando'".
Outro ponto elogiado por Gaules foi o cuidado que a Riot teve em não criar um jogo "friendly o suficiente para não passar pelos problemas que o CS vive atualmente. Eles balancearam. O adulto não vai se sentir jogando um jogo de criança e a criança vai poder jogar sem o pai falar que é um jogo violento. É legal por conta disso. Eu não me senti, em nenhum momento, jogando um jogo de criança".
O criador da Tribo gostou também da atenção que a equipe responsável pelo desenvolvimento está dando quanto ao feedback de todos aqueles tiveram a oportunidade de testarem o Project A e também ao fato dela possuir nomes que já competiram em modalidades de FPS, como Vulcano, um dos maiores nomes do cenário norte-americano de Counter-Strike.
Além de Gaules, os outros dois brasileiros que tiveram a oportunidade de testar o Project A diretamente do escritório da Riot Games nos Estados Unidos foram o também influenciador Tecnosh e o presidente da Gamers Club, Yuri Uchiyama.
Project A foi um dos muitos jogos que Riot Games revelou estar desenvolvendo no ano passado, no dia em que League of Legends completou 10 anos. Além do FPS, a empresa está trabalhando no cardgame Legends of Runeterra, no LoL: Wild Rift, a versão mobile do MOBA - ambos com previsão para serem lançados em 2020 -, LoL Esports Managers, o RPG Project F e o título de luta que recebeu codinome Project L.
