Segundo agência do estado norte-americano da Califórnia, o Departamento de Emprego e Habitação (DFEH; tradução livre), o acordo no caso de discriminação de gênero na Riot Games foi brando. O acordo, fechado em agosto de 2019 foi o resultado de uma ação movida por ex-funcionárias, obriga a empresa responsável por League of Legends a pagar uma indenização de US$ 10 milhões.
Para a DFEH, agência que protege os direitos civis de pessoas contra discriminação e violência no emprego, moradia e alojamentos públicos, o pacto faz com que a Riot escape da punição de diversas violações de direitos trabalhistas estaduais. Por isso, a DFEH fez um pedido à justiça para rejeição do acordo firmado.
Com a ação da agência, advogados da Riot terão uma reunião prévia em 31 de janeiros para resolver a questão antes de dar prosseguimento ao processo em 03 de fevereiro.
Desde o início do processo, funcionários da Riot nos EUA realizaram diversas manifestações de apoio ao processo que acusa a Riot incentivo e manutenção de "discriminação, assédio e retaliação com base em gênero” no ambiente de trabalho. O acordo foi fechado com o compromisso da empresa em corrigir estes problemas e remover a cultura tóxica presente em seus funcionários.
