Seleção Brasileira se divide entre cansaço e ritmo no último teste antes da estreia na Copa do Mundo

Como tratar o último compromisso antes de uma estreia tão importante como a de uma Copa do Mundo? É justamente este o dilema de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira. Neste sábado (6), a equipe pentacampeã do mundo faz o amistoso final contra o Egito, em Cleveland, uma semana antes de estrear na Copa contra Marrocos, dia 13, em Nova Jersey.

A ideia de Ancelotti ainda é aproveitar a partida para testar alternativas na equipe e tentar azeitar o que viu de problemas na goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, no dia 31, no Maracanã. Só que há na comissão técnica uma dúvida sobre qual seria a melhor estratégia tão perto de uma estreia.

Existe um temor sobre o estado físico de alguns jogadores, como Gabriel Magalhães, titularíssimo do Arsenal e que jogou uma temporada desgastante que durou até a final da Champions League, na temporada passada. Marquinhos e Mratinelli também estiveram nessa partida, mas atuaram menos no decorrer do ano.

Em contrapartida, há também a vontade de dar mais ritmo a determinados jogadores, que chegaram a perder a reta final da temporada na Europa. Bruno Guimarães é um desses casos, pela longa lesão que sofreu no Newcastle. Alex Sandro, Luiz Henrique e Raphinha também se enquadram neste grupo.

Sem uma resposta certa, Ancelotti estuda alternativas para montar um Brasil competitivo, que consiga demonstrar força contra o Egito, mas que também não perca ninguém às vésperas de abrir a campanha na Copa do Mundo.

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