Matheus Cunha ganhou um presente de aniversário especial em 2026. Ao comemorar 27 anos na quarta-feira (27), o atacante do Manchester United percebeu que está, literalmente, vivendo um sonho de infância. Falta apenas um certo troféu para coroar a alegria.
Ausente no Mundial de 2022, algo que o frustrou demais, Cunha recuperou terreno na Seleção e se consolidou como um dos principais atacantes à disposição de Carlo Ancelotti. Na lista para o Mundial, ele admite que não pensa em outra coisa que não o título da Copa, que o Brasil não conquista há 24 anos, desde o penta em 2002.
"Faz parte passar por momento de dificuldade, superar e alcançar os objetivos. É gratificante ver meu nome na lista e dar um passo rumo ao meu sonho, que sempre esperei", falou Cunha, um dos remanescentes da conquista do ouro olímpico de 2021, em Tóquio.
"Conquistar o ouro olímpico, estar em uma Copa do Mundo, se Deus quiser realizar. Se vier o troféu de campeão do mundo, não tenho muito mais o que pedir a Deus, não".
Cunha ainda não sabe qual camisa usará na Copa do Mundo, mas parece ligar bem pouco para isso. Apesar de ser o 10 do Manchester United, em uma função que aprendeu a gostar e se destacar, ele não quer nem entrar na briga pelo número na Seleção Brasileira, que já tem dono: Neymar.
"Assunto de número é irrelevante. Vestir essa camisa é muito gratificante. Pouco importa o número que está usando. A gente viu a reação dele, de voltar à Seleção, alguém tão grande como ele. Os números ficam completamente fora do nosso alcance", falou o atacante, que também minimizou a lesão do atacante do Santos.
"Não só Neymar, mas qualquer jogador que passa por isso é triste. É um momento em que a gente está fechado, ninguém quer passar por isso. Graças a Deus é uma lesão que vai dar para ele chegar bem ao nosso objetivo".
