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Ricos, pobres, muita gente, pouca, desenvolvimento, miséria: os extremos que sorteio da Copa pode dar ao Brasil

Troféu da Copa do Mundo na Casa Branca, em Washington (EUA) Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images

No sorteio da Copa, o importante é pensar no poderio esportivo dos rivais.

Mas como seria o “grupo da morte” para a seleção brasileira, ou uma moleza, se levados em conta critérios como população, desenvolvimento e riqueza no sorteio da Copa de 2026?

O blog simulou isso levando em conta os critérios do sorteio, com limite de países de cada continente (só Europa pode ter dois representantes em uma chave) e todas as equipes que ainda estão na repescagem.

Se não quiser se preocupar com tamanho da torcida, o Brasil deveria torcer por um grupo com Croácia, Qatar e Curaçao.

Juntos, esses três países têm 7,187 milhões de habitantes, ou menos que os 8,05 milhões de moradores de Santa Catarina.

No outro extremo, o grupo com países mais populosos que o Brasil poderia ficar é um com Japão, Egito e Turquia, que somam quase 330 milhões habitantes.

Pelo IDH, o índice de desenvolvimento da ONU, o Brasil teria como rivais mais luxuosos Suíça e Noruega, que dividem o segundo lugar na lista de desenvolvimento, e Nova Zelândia, a 17ª colocada.

Já na outra ponta formaria um grupo com Senegal, apenas o 169º país menos desenvolvido do planeta, Uzbequistão, o 107°, e Haiti, 166º.

Se o que vale é dinheiro puro, medido pela renda per capita, o grupo dos ricaços do time de Ancelotti seria formado por Irlanda, segunda maior renda por habitante do mundo, Suíça, a 3ª, e Qatar, 8º.

A chave dos mais pobres seria idêntica a dos menos desenvolvidos: Senegal, 150º, Haiti, 147º, e Uzbequistão, 134º.

A renda per capita do Senegal é de US 1.900 anuais. A da Irlanda, que está na repescagem, é de US$ 106.059.