Ronaldo 'Fenômeno' falou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (12) e revelou que tem prefêrencia por um nome estrangeiro para assumir a seleção brasileira
Após Tite anunciar a saída da seleção brasileira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) trabalha para escolher o sucessor no comando. Para Ronaldo, ex-atacante e atual dono de 90% das ações da SAF do Cruzeiro, o nome a ser escolhido deve ser estrangeiro.
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (12), o craque revelou ter predileção por um nome de fora do país e citou Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, Carlo Ancelotti, do Real Madrid, e José Mourinho, da Roma, como seus preferidos, apesar de elogiar Fernando Diniz, do Fluminense.
"Primeiro, sou a favor de um nome estrangeiro. Eu não sustento esse tabu de que o estrangeiro não poderia contribuir ao futebol brasileiro, temos grandes exemplos. No meu caso, meu treinador no Cruzeiro é uruguaio, que é uma grande escola, nos ajudou a sair de um buraco que estávamos há 3 anos. Nós temos que discutir os nomes, tem grandes nomes internacionais na mesa, as opções brasileiras não vejo muitas", começou por afirmar.
"O que quis dizer que o Diniz é um dos nomes que mais me agrada. Antes do anúncio, a CBF ainda terá outros anúncios para fazer. A escolha vem do conceito que a CBF quer, como a seleção jogue. A partir desse conceito que a seleção escolher, buscar o perfil adequado. São grandes nomes incríveis no mercado, o próprio Ancelotti, Abel, Mourinho, são nomes incríveis. Todos com contrato. Não sei o que a CBF vai fazer. A minha opinião é que eu apoiaria. Apoiaria um estrangeiro", completou.
O 'Fenômeno' ainda revelou como fez para escolher Paulo Pezzolano ao Cruzeiro e explicou o processo. Por outro lado, brincou com a imprensa e destacou que a escolha e a forma que a CBF fará para a seleção não passou por ele.
"Meu treinador? Eu sei onde vocês querem chegar. Não foi pedido a mim. Esse processo de selecionar o treinador é muito complexo. Não depende de uma escolha simples. O processo do meu treinador é escolhido por cinco pessoas. Eu, Paulo André, Elias, Bruno Mazziotti e o diretor de cada clube. Entre essas pessoas, nós discutimos como queremos que o time jogue, objetivo que a gente tem. A partir daí, a gente vai atrás do perfil. Jogar os nomes assim é só especular por especular. Esses nomes que falei me agradam. Abel, Ancelotti, Mourinho, Diniz, mas eles que vão (escolher)", finalizou.
