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Ultras do PSG dizem que provável reforço do clube 'não é bem-vindo' por história em rival da França

Ultras do Paris Saint-Germain durante partida pelo Campeonato Francês no Parque dos Príncipes Anne-Christine Poujulat/Getty Images

Na mira do Paris Saint-Germain na janela de transferências europeia, o lateral-esquerdo Lucas Hernández, do Bayern de Munique, já sabe que não será "bem-vindo" no Parque dos Príncipes caso feche negócio com os parisienses.

Através das redes sociais, Romain Mabille, líder dos Ultras, principal grupo de torcedores organizados do PSG, compartilhou o print de uma notícia sobre a possível negociação com os bávaros, e escreveu. "Você não é bem-vindo, marselhês. E te faremos ficar ciente disso".

A "revolta" dos torcedores organizados do PSG com a chegada do possível reforço tem um motivo. Apesar de nunca ter jogado pelo Olympique de Marselha, principal rival dos parisienses, Hernández nasceu na cidade da Costa Azul francesa.

O pai do jogador de 27 anos, Jean-François Hernández, jogou pelo Olympique na década de 1990, antes de se transferir para o Compostela, da Espanha, onde Lucas e o seu irmão, Theo Hernández, foram revelados como profissionais, pelo Atlético de Madrid.

Além disso, os Ultras afirmam que, após o título do Bayern sobre o PSG na Champions League da temporada 2019/20, Lucas "esfregou na cara a vitória" por ter nascido em Marselha.

De acordo com a imprensa europeia, para contar com Lucas Hernández, o PSG vai desembolsar cerca de 40 milhões de euros (R$ 208 milhões nas cifras atuais) para tirar o defensor do Bayern.

O francês chegou à Bundesliga em 2019, depois de passar pelo Atlético de Madrid, e, além da Liga dos Campeões, foi tetracampeão alemão, além de uma Copa da Alemanha e de um Mundial de Clubes.