Antes de mais nada, no clube brasileiro que tem a régua mais alta para discutir a posição, Weverton não é o “maior goleiro da história do Palmeiras”, como disse Abel Ferreira.
Mas é o mais vencedor. Teve uma linda história no clube. Profissional, correto. Exemplar.
Aqui na redação da ESPN, ouvi um palmeirense, daqueles no topo do fanatismo, reconhecer o que Weverton fez pelo clube, mas que é um absurdo o clube liberar o goleiro para o Grêmio sem receber nenhuma compensação financeira.
Imagino que sua opinião é compartilhada, ou recusada, em milhares de discussões de palmeirenses sobre o assunto.
Não sei se estou do lado da minoria, mas concordo 100% com a decisão do Palmeiras.
Weverton tem ainda bola para ser titular de um grande. Mas não conseguiria isso no Palmeiras.
Tinha apenas um ano de contrato com o Palmeiras. Vai assinar um vínculo de três anos com o Grêmio.
Seu valor de mercado é hoje baixo. Qualquer quantia que o Palmeiras pediria seria irrisória para o polpudo orçamento alviverde.
Cássio, neste caso sim o maior goleiro da história do Corinthians, viveu situação parecida em 2024.
No banco, pediu para sair rumo ao Cruzeiro.
O Corinthians, que ao contrário do alviverde precisa de qualquer trocado, também o liberou de graça.
Saber o tamanho de ídolos faz clubes grandes. Corinthians, com Cássio, e Palmeiras, com Weverton, se tornam maiores pelo tratamento que deram a seus goleiros.
