Se eu fosse torcedor do Palmeiras, Rony seria meu ídolo. Talvez o maior do time atual. E um dos grandes de toda história.
Ele não cansa de fazer gols na Libertadores. Marca golaços de bicicleta. Se entrega em campo. Ama a camisa alviverde. E ainda parece ser um baita cara legal.
Mas, como todo jogador de futebol, Rony também pode viver uma fase ruim, como a que teve na reta final da temporada passada.
E bastou um jogo ruim em 2024 para ele virar alvo de críticas e ofensas ridículas nas redes sociais.
E ele não escondeu a mágoa com isso após marcar um gol no segundo jogo do ano, contra a Inter de Limeira, pelo Paulista.
"Quando as coisas não acontecem, você vê comentários absurdos e as pessoas esquecem tudo que você fez nesse clube maravilhoso. Muito fácil as pessoas no primeiro jogo da temporada falar e não saber o que você passa".
Rony tem razão.
Todo jogador de futebol pode e deve ser criticado.
Mas ídolos que deram a vida por um clube, como no caso de Rony, merecem respeito, reverência.
Pelo que me contam amigos palmeirenses que vão a todos os jogos do clube, a implicância com Rony nas redes sociais não se repete nas arquibancadas do Allianz Parque.
Não adianta dizer para Rony que ele deve simplesmente ignorar as críticas das redes sociais.
Para um famoso como ele no mundo atual isso é impossível.
Para um ídolo, deve ser dolorido ouvir vaias da sua torcida.
Mas muito pior é ler ofensas covardes nas redes sociais.
A burrice nas redes pode ser muito maior do que a das arquibancadas.
