Vivendo situação política tensa às vésperas das eleições, o Boca Juniors vê as duas chapas fazerem promessas à torcida. De um lado, a situação, formada por Juan Román Riquelme e Jorge Ameal, do outro, a oposição, com Andrés Ibarra e Mauricio Macri. E o lado do ex-camisa 10 quer Arturo Vidal e Soteldo.
No entanto, mesmo se vencer a eleição no dia 17 de dezembro, Riquelme pode não conseguir concretizar a promessa de trazer a dupla que atua no futebol brasileiro. E tudo por conta do limite de estrangeiros.
Com os colombianos Frank Fabra e Jorman Campuzano naturalizados argentinos, o Boca tem os cinco postos de estrangeiros ocupados por Bruno Valdez (Paraguai), Marcelo Saracchi (Uruguai), Luis Advíncula (Peru), Miguel Merentiel (Uruguai) e Edinson Cavani (Uruguai), sem contar com Jan Hurtado, venezuelano ex-Red Bull Bragantino que está retornando de empréstimo da LDU.
Ou seja, caso queira seguir com os planos de trazer Vidal e Soteldo, Riquelme terá que analisar o elenco e negociar algum dos nomes que ocupam os postos de estrangeiros.
Em relação ao atacante do Santos, o Boca Juniors fez uma consulta para saber as condições de um possível negócio. A queda do Peixe para a Série B pode facilitar as conversas.
Já Arturo Vidal, que em mais de uma oportunidade se declarou ao clube da Bombonera, os termos salariais podem ser um entrave. Isso porque o volante chileno recebe altos valores no Athletico-PR e possui 36 anos.
