A verdade é dura. O Corinthians é um time medíocre há muito tempo (o último título, um Paulista, foi conquistado em 2019).
E ainda com o pior dos mundos. É ruim sendo caro, muito caro.
Vai ser um sufoco, mas aposto minhas fichas que o clube não vai cair para a Série B.
E, quando a salvação for alcançada e o clube decidir qual será o próximo presidente, chegará a hora de fazer uma verdadeira revolução no elenco corintiano.
Só um jogador é intocável no clube hoje: o goleiro Cássio, que além de ser o maior jogador da história do clube vive fase exuberante nas últimas duas temporadas.
Qualquer outro atleta hoje o Corinthians pode abrir mão.
O clube não deve renovar os contratos de veteranos que vencem agora, como Gil, Giuliano e Fábio Santos.
Assim como Renato Augusto, um craque, mas que não tem como ser, por seus problemas físicos, o líder da revolução que o Corinthians precisa.
A nova diretoria também não deve hesitar em aceitar propostas decentes por qualquer jogador do time que não seja Cássio.
Se aparecer um clube com pelo menos uma dezena de milhões de euros, não vender Yuri Alberto ou Moscardo seria um erro.
Desfazer o elenco que não deu certo até que é fácil, até para a incompetente diretoria corintiana.
O problema é que depois é necessário montar um novo elenco. E isso é muito mais difícil.
