Ángel Di María marcou nas decisões de Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, Copa América e Finalíssima. Em todas a Argentina saiu campeã
A Argentina venceu a França por 4 a 2 nos pênaltis após empate por 3 a 3 sob muita emoção, com direito a prorrogação, e conquistou o tricampeonato da Copa do Mundo. E muito do título se deve a Ángel Di María que, mais uma vez, assumiu protagonismo em nova decisão.
Desta vez, na Copa do Mundo, o camisa 11 balançou as redes novamente em uma final e ampliou a estatística - que nem Messi alcançou - que mostra a importância que possui na seleção.
Em todas as decisões que Di María marcou, a Argentina saiu campeã. Foi assim nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, na vitória sobre a Nigéria por 1 a 0.
O mesmo aconteceu em 2021, na Copa América. Na final, no Maracanã, o camisa 11 marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Brasil que tirou a Albiceleste da fila de 28 anos sem conquistas.
Fruto da Copa América, a Finalíssima contra a Itália, campeã da Eurocopa. Mais uma vez, o brilho de Di María apareceu. No atropelo por 3 a 0, o atacante marcou o segundo gol argentino.
Para fechar a competição que faltava, Di María mostrou a estrela na Copa do Mundo. Contra a França, sofreu o pênalti do primeiro gol marcado por Messi e balançou as redes no segundo na vitória por por 4 a 2 nas penalidades após empate por 3 a 3 que valeu o tricampeonato mundial.
Di María entra em seleta lista que tem Pelé e Ronaldo
Com o gol anotado na decisão da Copa do Mundo, Di María entrou em uma seleta lista que conta com Ronaldo e Pelé. O argentino é o quarto atleta, o primeiro de seu país, a marcar em uma decisão de Copa América e Mundial. O uruguaio Héctor Castro fecha o quarteto.
