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Bola de Prata: Claudinho leva Bola de Ouro, faz história com 4 prêmios e iguala Romário e lendas em seu 1º Brasileirão

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Bola de Prata: Claudinho vence como melhor jogador e leva a Bola de Ouro; Calçade analisa (1:00)

Premiação acontece nesta sexta-feira, 12h, com transmissão dos Canais ESPN e ESPN App (1:00)

Parece inacreditável, mas é verdade: com 24 anos recém-completados e em seu primeiro Brasileirão, Claudinho já igualou Romário e se colocou entre os maiores vencedores do Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet.

Eleito o melhor meia, a revelação e também artilheiro, o jogador do Red Bull Bragantino fecha a temporada perfeita ainda com a Bola de Ouro de melhor jogador da competição.

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Isso mesmo: são quatro prêmios em um só torneio!

É a mesma quantidade de prêmios que lendas como Romário, Dida, Edmundo, Marcelinho Carioca, César Sampaio, Dirceu Lopes e Gamarra conquistaram em toda a carreira.

Até hoje, o recorde de prêmios em uma mesma edição era de três. E só sete jogadores haviam conseguido o feito: Zico (1982), Careca (1986), Edmundo (1997), Romário (2000), Adriano (2009), Jô (2017) e Gabigol (2019).

Claudinho ainda ficou muito perto de conquistar um quinto prêmio. Finalista, ele foi para a votação popular para o gol mais bonito da competição e acabou perdendo para Benítez, do Vasco, por apenas 0,47%.

E isso tudo jogando em um time que não está entre as maiores torcidas do país e ainda passou longe de brigar pelo título.

O meia ainda é o primeiro Bola de Ouro que não terminou com o troféu de campeão desde 2012, quando a honraria ficou nas mãos de ninguém menos que Ronaldinho Gaúcho.

É também a primeira vez desde 2001 que um jogador que não defende os chamados “12 grandes” é eleito o melhor do Brasileirão – naquele ano, Alex Mineiro ficou com a honraria ao levar o Athletico-PR ao título.

Curiosamente, porém, não é a primeira Bola de Ouro do Bragantino – Mauro Silva ficou com o prêmio em 1991.

Mas como Claudinho conseguiu tudo isso?

Artilheiro da competição, ele marcou 18 gols e ainda deu mais seis assistências. Ao lado de Marinho, foi quem mais participou de gols no campeonato. E um número ainda mais impressionantes: foram incríveis 106 chances para finalização criadas, 25 a mais que o segundo colocado no quesito.

O meia foi o grande responsável por fazer transformar uma equipe que brigaria para não ser rebaixada em um time que lutou por uma vaga na Libertadores até a penúltima rodada.

No Bragantino, Claudinho criou as suas asas. E agora vai querer mostrar que pode voar ainda mais alto.