O Barcelona pagará 70 milhões de euros fixos (R$ 413 milhões), mais outros 10 milhões de euros (R$ 58,8 milhões) variáveis para contar com Anthony Gordon, atacando vindo do Newcastle.
Apesar de os números nesta temporada da Premier League não terem sido tão bons (seis gols e duas assistências), o atleta fez a diferença na Champions League (dez gols e duas assistências).
Além disso, outras estatísticas mostram que Gordon tem sido mais eficiente que seus futuros companheiros de ataque nas conversões de oportunidades. É parte em que Gordon mais leva vantagem sobre Raphinha, Lamine Yamal e Rashford.
O inglês tem uma taxa de conversão de chutes de 22% na temporada. Ele é o que menos precisou para marcar, superior aos 19% de Raphinha, 15% de Yamal e 12% de Rashford.
Em uma equipe muito mais direta que o Barça, Gordon teve média de apenas 18 toques em cada partida no terço final do campo, longe dos 25 de Raphinha e 26 de Rashford, e muito mais dos 45 de Yamal.
No Newcastle, ele explorou a verticalidade da equipe: apenas três dribles tentados e menos necessidade de bola para gerar mais chances e gols.
A agressividade e velocidade de Gordon ao espaço, junto com a visão e qualidade de Pedri, Yamal e companhia, podem ser traduzidas em mais números se o inglês for bem em Barcelona.
Acostumado a jogar em partidas mais abertas, o contexto dominador que o Barça de Hansi Flick pode proporcionar a Gordon fará com que ele tenha muito mais presença na fase ofensiva. Tocará mais na bola, terá mais chances e, se mantiver a pontaria, poderá anotar mais gols.
A capacidade de Anthony Gordon de exercer pressão alta nas defesas rivais também se destaca. Apenas Yamal tem mais intervenções defensivas (3) por jogo do que Gordon (2), as mesmas de Raphinha e mais uma que Rashford.
Agressivo na defesa e capaz de acumular muitos esforços, é possível imaginar que Gordon, juntamente com Raphinha, Fermín, Gavi e companhia, possa contribuir em termos de pressão, uma das marcas indiscutíveis do Barça de Flick.
