Jean-Pierre Papin ganhou o prêmio no ano de 1991 atuando pelo Olympique de Marselha
Bem antes de Lionel Messi vencer sua sétima Bola de Ouro, agora como jogador do PSG, a última vez que alguém ganhou o prêmio atuando no Campeonato Francês foi há exatos 30 anos.
O PSG enfrenta o Nice nesta quarta-feira, às 17h (Brasília), com transmissão EXCLUSIVA pela ESPN no Star+.
O último atleta atuando na Ligue 1 a vencer a Bola de Ouro, da revista France Football, foi Jean-Pierre Papin, que em 1991 brilhava pelo Olympique de Marselha. Na época, o prêmio só considerava jogadores europeus, algo que mudou apenas em 1995.
George Weah ganhou a Bola de Ouro em 95 tendo começado o ano no PSG, mas na época da honraria já defendia as cores do Milan.
Entre 1986 e 1992, Papin, que atuava como atacante, marcou 184 gols em 279 jogos com a camisa do Marselha. Antes mesmo de jogar no Olympique, quando era ainda do Club Brugge, da Bélgica, ele teve uma ótima temporada 85-86 que lhe rendeu a convocação para a Copa do Mundo daquele ano em apenas seu segundo ano como profissional.
Papin marcou dois gols na Copa de 86, mas não atuou no duelo entre Brasil e França nas quartas de final.
Ele conquistou quatro títulos do Francês com o Marselha e chamou atenção do Milan, um dos maiores gigantes do futebol naquela época, em 1992. Na época, os 10 milhões de euros pagos pelo clube italiano foram um recorde na história do futebol para uma transferência.
Logo em seu primeiro ano no Milan, Papin ajudou o time a chegar na final da Champions League justamente contra o Marselha, que acabou sendo campeão.
Por conta do escândalo de corrupção do time francês, o Milan representou a Europa no Mundial daquele ano contra o São Paulo de Telê Santana. Papin foi titular e marcou o gol do empate de 2 a 2 aos 36 minutos do segundo tempo. Porém, aos 43 Muller daria a vitória ao Tricolor.
No ano seguinte, Papin enfim conquistou a Champions com o Milan, depois de bater na trave em 93 e 91. Este último com o Marselha.
Em 1994, ele foi comprado pelo Bayern de Munique, mas não conseguiu repetir o sucesso lá por dois anos, nem no fim de carreira por Bordeaux e Guinamp
