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Substituto de Gaciba diz se árbitros vão dar entrevistas pós-jogo e revela objetivo da CBF após crise: 'Dar tranquilidade'

Alício Pena Júnior foi o convidado do programa F90 e falou sobre as polêmicas envolvendo a arbitragem no Campeonato Brasileiro


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta sexta-feira a demissão de Leonardo Gaciba da presidência da Comissão de Arbitragem. Por meio de um comunicado publicado, a CBF diz que fará uma reformulação na estrutura da arbitragem brasileira.

Alício Pena Júnior, vice-presidente da comissão, assumirá o cargo de forma interina até o fim de 2021. E, nesta sexta-feira, o substituto de Gaciba foi o convidado do programa F90.

Durante a conversa, o novo comandante interino revelou que a Fifa proíbe os árbitros de darem entrevista e afirmou que a divulgação dos áudios do VAR são para dar a transparência necessária.

"Semanalmente, a gente realiza reunião técnica com os árbitros. É feito e será intensificado. A Fifa proíbe, por esse motivo isso não é permitido. O áudio do VAR é justamente para transparência. Tudo que está explicado ali na checagem é o que o árbitro falaria', começou por afirmar Alício Pena Júnior, antes de revelar o objetivo da CBF nesse final de Brasileirão.

"O objetivo nesse final de competição é que a gente possa dar tranquilidade aos árbitros. Nós vamos reduzir um pouco o número de árbitros que a gente utiliza na competição, para procurar com isso ter mais qualidade. O nosso quadro de árbitro internacionais é o maior quadro da Fifa. Nós temos hoje no Brasil 44 árbitros internacionais. Feminino, masculino e VAR. Temos árbitros de muitíssima qualidade, e o nosso objetivo no momento é dar tranquilidade para ele", completou.

"Vamos ter algumas ações para estarmos mais próximos dos árbitros, perseguindo o aprimoramento e a qualificação. O objetivo para o final do Campeonato Brasileiro é diminuir a pressão sobre os árbitros, e que a gente possa tomar as melhores decisões até o encerramento da competição", finalizou.