Cristiano Ronaldo está de volta ao Manchester United após 12 anos e fará sua reestreia pelos Red Devils diante do Newcastle, no próximo sábado (11), às 11h (horário de Brasília), pela quarta rodada da Premier League, com transmissão AO VIVO e exclusiva para assinantes Star+.
Durante a primeira passagem, o craque português enfileirou títulos, artilharias e coleciona muitas histórias dentro e fora dos gramados. Ex-companheiro e amigo de CR7, Kleberson, que foi apresentado ao lado do astro, falou sobre alguns bons momentos que viveu ao lado do atacante.
Em entrevista ao ESPN.com.br, o ex-volante abriu o jogo sobre a amizade que cultivou com Cristiano Ronaldo, com direito até a churrasco em casa com a família do português.
"A gente foi muito amigo de família. Inclusive, no começo, fiz um churrasco em casa, ele foi lá, Van Nisterlrooy, Tim Howard, Fortune. A mãe do Cristiano Ronaldo era uma mulher fantástica. Minha esposa ficou muito amiga da mãe, da irmã dele. Por conta da história do pai dele, ele meio que passava algumas coisas que queria dar um conforto melhor para mãe e irmão, por conta do pai não estar com ele. Quando ele tocava nessa história, a gente queria ajudar", começou por afirmar.
"Garoto do bem, queria jogar e dar uma coisa melhor à família. Muitas vezes conversamos sobre isso. Sempre teve carinho grande com a mãe e irmã", completou Kleberson, antes de desmentir o rótulo de 'perna' que muitas vezes é associado ao craque e também brincar sobre a vaidade do português.
"O Cristiano Ronaldo não era assim 'perna' não. Ele era vaidoso (risos). No vestiário lá, ele tinha um espelho separado para ele, pronto, ficava de frente. Mas, em momento algum no Manchester eu vi ele não dar atenção aos fãs. Sempre deu, era tranquilo. Claro, depois que se tornou uma potência, várias vezes melhor do mundo, a gente sabe que a proporção é diferente de contato, comunicação, de interagir com outras pessoas. Mas, comigo ali, no começo de carreira, sempre foi uma pessoa que conversava".
"No Manchester, tínhamos trabalhos sociais, íamos em hospitais, visitar crianças carentes, que o próprio clube fornecia para estarmos em contato com a comunidade, e ele sempre foi o primeiro a estar na frente. Só na aula de inglês que era bagunça (risos). Eu, ele, Djemba-Djemba, um professor falando espanhol (risos), era uma confusão tremenda", finalizou.
