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Borja: 'Não sei o que acontece no Palmeiras, mas não é fácil ser o 9 do clube; todos os atacantes sofreram'

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Borja: 'Não sei o que passa no Palmeiras, mas não é fácil ser o 9 do time' (1:16)

Em entrevista exclusiva à ESPN, Miguel Borja também falou sobre o momento do Grêmio no Campeonato Brasileiro: 'Falta muito ainda' (1:16)

Emprestado pelo Palmeiras, o atacante Miguel Borja vive um grande início no Grêmio. Em quatro partidas, o colombiano marcou três gols e vem sendo decisivo para a reação do time de Luiz Felipe Scolari no Campeonato Brasileiro.

Borja chegou ao Verdão em 2017, após se destacar no Atlético Nacional, da Colômbia, no ano anterior. Porém, o atacante não correspondeu às expectativas, mesmo com o título brasileiro de 2018, e foi emprestado ao Junior Barranquilla em janeiro de 2020.

Em entrevista exclusiva à ESPN da Colômbia, Borja refletiu sobre os centroavantes recentes do Verdão, ressaltando que não foi o único que não teve um bom desempenho.

"Passaram três atacantes pelo Palmeiras, três (camisas) 9 pelo Palmeiras. Barcos, o argentino Barrios, depois eu. Então, não sei o que acontece no Palmeiras, mas não é fácil ser o 9", afirmou.

"Hoje, os dois (camisas) 9 são Luiz Adriano e Deyverson, que têm dificuldades. Não sei o porquê. Não é só com o Miguel Borja, há outros atacantes (que também passam dificuldade)", seguiu.

"Não sei se é o esquema de jogo do Palmeiras que não combina com os 9. Os atacantes que chegaram, sofreram", completou.

Em 73 jogos pelo Alviverde, Borja marcou 21 gols. Os atuais nomes para a posição no time de Abel Ferreira, Luiz Adriano e Deyverson, possuem 30 tentos em 90 jogos, e 25 em 102 atuações, respectivamente.

Hernán Barcos (2012 a 2013) e Lucas Barrios (2015 a 2017), também citados por Borja, anotaram 31 gols em 61 partidas, e 12 em 44 jogos, respectivamente, pelo Palmeiras.

Sobre a passagem atual pelo Grêmio, o centroavante destacou que a torcida não está feliz com a posição atual da equipe no Brasileirão.

No entanto, o matador salientou que ainda há muito campeonato pela frente para buscar uma melhora.

"A torcida (do Grêmio) neste momento não está muito contente, porque estamos na zona do rebaixamento, mas acredito que ainda falta muito (do campeonato), falta todo o segundo turno. Não terminamos ainda o primeiro turno, e acredito que temos muito pela frente. Neste momento, queremos sair da posição que estamos, porque é muito incômodo estar na zona do rebaixamento", finalizou.