<
>

Veja por que, mesmo de volta ao Palmeiras, Borja pode deixar o clube sem sequer entrar em campo

No último dia 30 de junho encerrou-se o período de empréstimo do centroavante Miguel Borja com o Junior Barranquilla, da Colômbia. Com isso, o atacante, em tese, retornará ao Palmeiras.

O ESPN.com.br apurou na última quarta-feira (30) com fontes ligadas ao Palmeiras que o clube dará alguns dias após a Copa América, competição a qual Borja participa por sua seleção, para que se organize antes de uma vinda em definitivo.

No entanto, isso não significa que Borja deva ser utilizado de fato pelo clube a partir de agosto. A reportagem apurou que o mês de julho deve ser de intensa procura e negociações pela venda em defintivo do centroavante.

O Palmeiras pede U$S 5 milhões de dólares por 50% dos direitos econômicos do atacante. Recentemente, o Junior Barranquilla fez uma oferta de U$S 3 milhões, que foi recusada pelo clube paulista. A partir daí, não houve mais negociação.

Em contato com fontes tanto ligadas ao atleta quando ao Palmeiras, a reportagem confirmou que, até o dia 30, não havia chegado mais nenhuma oferta de compra pelo colombiano. Conforme antecipado há alguns dias, o time paulista tem condições de arcar com o salário de Borja mesmo somado aos retornos de Dudu e Deyverson.

A tendência é que nos próximos 30 dias, o estafe de Borja busque uma saída em definitivo do atleta. O Palmeiras segue tendo uma negociação de venda como prioridade, mas poderia até mesmo ceder por empréstimo para outra equipe, menos o Junior Barranquilla, com quem teve exaustivas negociações nas últimas semanas.

Mesmo retornando ao clube a partir do último dia 30, Borja só poderá entrar em campo a partir do dia 1° de agosto. Porém, conforme antecipado pela reportagem, o Palmeiras irá à Fifa a partir desta quinta-feira para pedir a inscrição antecipada de Borja, Dudu e do zagueiro Pedrão.