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Messi supera lendas da Argentina e chega a 10º torneio pela seleção em busca do 'grande sonho' que falta

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Messi x Alexis Sánchez: Argentina e Chile estreiam na Copa América com duelo de craques ex-companheiros (1:23)

Lionel Messi e Alexis Sánchez jogaram juntos no Barcelona e serão rivais mais uma vez na Copa América (1:23)

Messi é muito mais do que o garoto Lionel um dia imaginou ser enquanto dava os primeiros chutes na bola em algum canto de Rosário. Para muitos um dos maiores de todos os tempos no futebol, a lenda coleciona troféus, gols, dinheiro, admiradores, recordes.

Mas ainda falta um sonho – e o primeiro passo para alcançá-lo pode acontecer logo mais, às 18h (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro.

O camisa 10 lidera a Argentina contra o Chile, pela estreia na Copa América, em jogo com transmissão ao vivo da ESPN Brasil e no ESPN App. Uma partida importante para o craque, que ainda não sabe o que é ser campeão na seleção principal.

Até hoje, os maiores feitos de Messi pelo país foram o título mundial sub-20, em 2005, e a medalha de ouro na Olimpíada de Pequim, em 2008. No time de cima, o atacante foi vice-campeão do mundo em 2014 e perdeu outras duas finais de Copa América, ambas para o Chile, em 2015 e 2016.

"Sempre estou disponível para a seleção. Meu maior sonho é conseguir um título. Estive perto muitas vezes, mas nunca deu certo. Vou buscar [um título] até quando o treinador pensar que posso contribuir com o time", falou o astro na chegada ao Brasil.

Na Copa que escapou das suas mãos em duas oportunidades no passado, Messi tem um motivo especial para buscar o troféu: será o 10º torneio dele pela seleção, o que por si só deixa duas lendas para trás e dá nova marca ao craque.

Os dois 'Javier', Zanetti e Mascherano, encerraram a carreira com nove competições oficiais pela Argentina principal (sem contar Olimpíada). Roberto Ayala, Gabriel Batistuta e Diego Simeone vêm atrás, com oito.

Messi já tem nove: as Copas do Mundo de 2006, 2010, 2014 e 2018 e as Copas América de 2007, 2011, 2015, 2016 e 2019. Agora, será o primeiro em mais um quesito além dos gols.

Maior artilheiro da seleção, com 72 gols, o atacante pode usar a Copa América para se isolar em jogos. Tem 143 atuações, quatro abaixo do recordista Mascherano. Ou seja, basta atuar todas as partidas da primeira fase para empatar e usar o mata-mata para se isolar.

Motivação de sobra para, em uma Copa América cheia de polêmicas e ressalvas, brigar pelo caneco e adicionar um troféu novo em sua coleção particular. Ninguém duvida que Messi estará na Copa do Catar, em 2022, mas sempre é melhor não deixar para a última hora...