O movimento dos jogadores da seleção brasileira nos bastidores às vésperas da Copa América encontra dificuldade de avançar em outras seleções. Segundo informação publicada pelo Globoesporte nesta sexta, Neymar entrou em contato com lideranças de outras equipes, mas sem se aproximar de uma resolução.
Ainda de acordo como o portal, jogadores de seleções menores enxergam a competição continental com bons olhos. Entre os motivos, está a existência de prêmios e contratos que dificultam um possível boicote.
Cada seleção, por exemplo, recebe US$ 4 milhões por participar da primeira fase, podendo alcançar US$ 14 milhões com uma conquista. Além disso, o torneio serve como vitrine para atletas que só atuam em competições locais, especialmente nas seleções consideradas ‘menores’.
Antes de Neymar, nomes como Suárez, Cavani e Aguero já haviam se manifestado contra a Copa América. O sentimento, contudo, não é o mesmo em jogadores que atuam na Bolívia, por exemplo.
Os contratos em vigor e a possibilidade de punições administrativas também são entraves a um possível boicote.
As equipes sul-americanas ainda jogam rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo até a próxima semana. O início da Copa América seria no dia 13 de junho, em um domingo.
