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Palmeiras: Patrick de Paula revela o que tira Abel Ferreira do sério: 'Irrita muito ele'

Destaque na goleada do Palmeiras por 5 a 0 sobre o Independiente De Valle, nesta última terça-feira (27), pela Conmebol Libertadores, o volante Patrick de Paula marcou um gol e ainda deu uma assistência. Passado o calor da partida, o jovem revelado nas categorias de base do Alviverde contou alguns dos bastidores do clube.

Em entrevista ao programa "Seleção Sportv", nesta quarta (28), de Paula falou sobre a personalidade do técnico Abel Ferreira e revelou o que mais tira o português do sério durante o trabalho.

"O que tira o Abel Ferreira do sério é a falta de concentração. Isso irrita muito ele. Sempre que algum jogador perde a concentração, ele fica muito bravo. Ele cobra muito foco e concentração para gente não permitir erros ao adversário. O Abel sempre fala para gente se concentrar no nosso posicionamento, para que a gente possa render o máximo dentro de campo", disse.

Sobre a filosofia de jogo do treinador, o volante falou da liberdade que Abel dá aos jogadores dentro de campo, mas sempre com responsabilidade.

"O Abel Ferreira sempre dá liberdade para gente fazer o nosso jogo e dar amplitude, abrir bem os espaços para facilitar nosso jogo. Mas sempre com responsabilidade, na hora de defender todos nós cumprimos funções. O Abel cobra muito essa liberdade quando estivermos com a posse de bola, jogar solto, e fazermos bons jogos. É importante que todo mundo também marque e corra bastante na hora de defender para ajudar a equipe. Foi o que fizemos ontem e conquistamos mais uma vitória importante na Libertadores", prosseguiu.

Por último, o jogador de 21 anos falou sobre os vice-campeonatos na Supercopa do Brasil, para o Flamengo, e Recopa Sul-Americana, para o Defensa y Justicia. E segundo de Paula, o grupo sentiu estes dois fracassos.

"A Supercopa do Brasil e Recopa Sul-Americana eram campeonatos que a gente queria muito ganhar, por toda temporada que fizemos no ano passado. Derrota sempre dói. Ninguém gosta de perder. O grupo sentiu bastante essas duas derrotas porque a gente sabia que poderia sair com o título nos dois jogos. Mas precisamos entender que o futebol é assim. Não é sempre que vamos ganhar nem sempre que vamos perder. O futebol é bom por causa disso, se um dia a gente perde, amanhã podemos dar resposta", concluiu.