Na última sexta-feira, o Resenha ESPN recebeu o atacante Róger Guedes, ex-Palmeiras e Atlético-MG e atualmente no Shandong Luneng, da China.
A reprise do programa já está no ESPN App.
Na conversa com o apresentador André Plihal e com os comentaristas Djalminha e Amoroso, o "Diabo Loiro" estava sem papas na língua e contou vários detalhes das polêmicas que viveu na carreira.
Além disso, o ponta-direita também falou sobre os planos para o futuro, dissertou sobre o melhor momento que já viveu na carreira e revelou que voltaria a jogar um dia pelo Verdão.
Veja abaixo alguns dos melhores trechos:
O FAMOSO TROTE
Em abril de 2017, Róger Guedes tomou um trote fortíssimo dos colegas de Palmeiras, o que gerou enorme polêmica nos bastidores do Palestra Itália, com rumores de que o grupo estaria rachado. Na ocasião, o "Diabo Loiro" disse que as brincadeiras ocorreram porque ele perdeu uma aposta. No entanto, no Resenha, ele revelou os reais motivos do ocorrido e reclamou que os colegas "apelaram".
VOLTARIA AO PALMEIRAS?
Róger admitiu que saiu "chateado" do Palmeiras. No programa, ele revelou se voltaria ao Verdão no futuro.
MELHOR MOMENTO
Palmeiras ou Atlético-MG: em qual clube Róger Guedes viveu sua melhor fase? Ele mesmo respondeu
PLANOS PARA O FUTURO
Ficar na China, jogar na Europa ou retornar ao Brasil? Veja o que Róger Guedes planeja para seu futuro próximo.
ENTREVERO COM THIAGO LARGHI
Apesar de ter jogado muito no Atlético-MG, Róger Guedes não teve relação fácil com o técnico Thiago Larghi. No Resenha, ele relatou que se irritou com as constantes substituições feitas pelo treinador, sempre aos 15 minutos do 2º tempo das partidas, e revelou os detalhes da discussão que teve com o comandante.
"No começo, acho que a imprensa fez uma tempestade em copo d'água num jogo contra o Figueirense. Ele acabou me tirando com 15 minutos de jogo no segundo tempo, parecia que ele tinha superstição na época, porque ele me tirou em três jogos seguidos aos 15 minutos do segundo tempo, estando bem ou mal ele me tirava. Nesse jogo contra o Figueirense, eu saí, a gente não discutiu, eu fui para o banco e falei: 'Pô, você me tira todos os jogos com 15 minutos'. Aí a imprensa já fez uma tempestade. A imprensa diz que o Róger Guedes é um rebelde, mas era uma briga sadia. Como o Djalma falou, eu só não queria aceitar todo momento aquilo, eu só queria saber. Acho que se eu aceitar sair todo jogo com 15 minutos de jogo, então eu não estou dando bola para o futebol, não estou dando bola se eu estiver bem ou mal. Eu queria ajudar minha equipe, então eu ficava chateado com aquilo e quem me acalmava no vestiário era o Fábio Santos. Depois, acabei dando a volta por cima, como ele falou. Acho que ele acabou me dando um pouquinho mais de moral, não me dava tanto antes. Acabei fazendo os gols da Copa do Brasil, contra o Vitória dentro de casa, acabou dando tudo certo, a gente se deu muito bem, tenho um carinho muito grande por ele, por ele ter me dado total liberdade dentro de campo, ter entendi o meu temperamento e eu ter entendido ele também. Acho que formamos uma dupla muito boa naquela época"
