O Boca Juniors empatou em 2 a 2 com o Argentinos Juniors, no último sábado (9), e avançou à final da Copa Diego Maradona, ainda sem adversário decidido. Após a partida, uma declaração de Ramón Ábila causou polêmica.
O jornal Olé repercutiu a fala do atacante, que foi questionado sobre o contato com atletas do Santos. O time paulista teve dois casos de COVID-19 após o duelo pela semifinal da Libertadores (a partida da volta acontece nesta quarta-feira, às 19h15, com transmissão do FOX Sports e cobertura em tempo real com VÍDEOS no ESPN.com.br). Na resposta, ele chamou Marinho de negro e ironizou as últimas denúncias de racismo no futebol com a palavra 'negro'.
"Troquei com Marinho, com o negro, porque o conheço. Bom, com o moreno, porque agora se você diz 'negro', te denunciam. É carinhosamente. Se quem diz 'negro' sou eu, o que resta para os outros, não?", disse o argentino.
O jornal Olé publicou em seu perfil oficial no Twitter com emoji de risada para falar sobre o tema. Ábila e o diário argentino foram criticados nos comentários da publicação feita na rede social.
😂 La respuesta de Wanchope Ábila cuando le preguntaron si había cambiado camiseta con el arquero de Santos. pic.twitter.com/nCAAAon1o6
— Diario Olé (@DiarioOle) January 10, 2021
Na última semana, Edinson Cavani se manifestou nas redes sociais após ser punido na Inglaterra por ter agradecido um elogio no Instagram com a frase 'Obrigado, negrito'. A Federação Inglesa criticou o uruguaio e o puniu por três jogos.
No Uruguai, a punição causou revolta, com diversos jogadores do país defendendo Cavani. Até um vinho foi lançado para apoiar o atacante, com a marca 'Gracias Negrito'.
🍷 En Uruguay encontraron otra forma de bancar a Cavani: lanzaron el vino Gracias Negrito para repudiar la insólita sanción que sufrió en Inglaterra
— Diario Olé (@DiarioOle) January 9, 2021
💬 "Debía ser un vino bien negrito, y debía ser un Tannat, que es nuestra cepa insignia", contó Silvina Rosas, la impulsora pic.twitter.com/bUBcYe9mdu
