Principal líder das torcidas organizadas do PSG, Romain Mabille anunciou por meio das redes sociais que renunciou ao cargo.
Ele comandava a "Collectif Ultras Paris", que tem mais de três mil associados, desde a sua criação, em 2016.
Fontes próximas ao torcedor disseram ao jornal "Le Parisien" que a decisão foi motivada por brigas internas nas organizações.
A gota d'água para Mabille foi o apoio público dado por um setor das organizadas - sem o consentimento do coletivo - ao atacante uruguaio Edinson Cavani.
Após ser informado pelo diretor-esportivo Leonardo de que não teria o contrato renovado para a próxima temporada, Cavani recusou-se a extender o vínculo até o final da Champions League - algo que o antigo capitão Thiago Silva fez.
O uruguaio ficou alguns meses sem clube antes de assinar com o Manchester United.
Mabille era visto como uma pessoa com forte trânsito entre a diretoria do PSG e os torcedores.
