Os diretores da Juventus tiveram um novo encontro com estafe de Luis Suárez, colocando os números na mesa, para fechar negócio. Ambos os lados saíram animados, mas o acerto depende do Barcelona.
O uruguaio se reapresentou ao clube no último domingo (30), embora o técnico Ronald Koeman já o avisou que ele não está nos planos. Com um ano de contrato para cumprir com a equipe catalã, a expectativa é conseguir uma rescisão amigável.
De acordo com reportagem do jornal “La Gazzetta dello Sport” desta terça-feira (1º), a Juventus oferece salários em torno de 15 milhões de euros brutos (R$ 97,8 milhões) por ano. É o mesmo que ele recebe do Barcelona, mas com uma diferença.
A tributação na Itália é diferente da Espanha, com menos descontos ao jogador, o que asseguraria ao uruguaio 10 milhões de euros líquidos (R$ 65,2 milhões) por ano. Ou seja, ele sairia ganhando.
Além disso, caso o Barcelona não facilite a rescisão, Suárez pode não concordar com a redução salarial que a diretoria blaugrana pretende promover no elenco de 2020/21. Nomes como Sergio Busquets, Sergi Roberto e Jordi Alba serão impactados.
O jornal italiana aponta outro motivo que deve fazer com que a operação Suárez tenha sucesso para a Juventus. O outro candidato para ocupar o lugar de Higuaín custará mais caro aos cofres alvinegros. Por isso, está quase fora dos planos.
O nome dele é Edin Dzeko, da Roma, que já está adaptado ao futebol italiano, mas a vinda dele não é fácil. Deve ter um custo próximo ou acima 10 milhões de euros, embora os salários seria mais baixos, em torno de 7,5 milhões de euros (R$ 48,3 milhões) por ano.
A diretoria da Vecchia Signora espera resolver esse impasse nos próximos dias e dar para o técnico Pirlo um atacante de primeira linha na preparação para a temporada 2020/21. O objetivo, como nos outros anos, é ganhar a Champions League.
