O Barcelona pode ter uma economia de 220 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão) com o desmanche promovido no elenco pelo técnico Ronald Koeman, incluindo a saída de Lionel Messi.
De acordo com reportagem do jornal “Marca”, a quantia refere-se ao que recebem em salários nomes como Luís Suárez, Arturo Vidal, Ivan Rakitic, Samuel Umtiti e Lionel Messi.
Só o argentino significa uma economia de 120 milhões de euros (R$ 793 milhões) pois, além dos salários (86 milhões de euros brutos por ano), há bônus e outros acertos que fazem parte do contrato.
Vale lembrar que a saída de Messi não foi pedida pelo técnico. Na verdade, o camisa 10 mostrou-se descontente com tantas mudanças e com a dispensa de companheiros de equipe pelo técnico.
A publicação recorda que o argentino é o único que pode sair sem que o clube tenha uma compensação financeira, ao menos é a forma como o argentino enxerga a rescisão em tema que pode parar na Justiça, enquanto os outros devem dar lucro.
O valor economizado não deve ser aproveitado para novas contratações. A explicação é que a saúde financeira do clube está comprometida e que a pandemia do novo coronavírus resultou na perda de 300 milhões de euros (R$ 1,9 bilhão) em receitas.
O “Marca” faz ainda outra reflexão: é uma economia, caso seja confirmada, para comemorar? Afinal, o clube está abrindo mão de jogadores talentosos e, ao que tudo indica, perdendo o mais astro da nossa geração.
