O Corinthians acredita que pode, enfim, encerrar a novela dos naming rights de sua Arena. Ao menos é essa a informação de Jorge Nicola, jornalista dos canais ESPN, que afirma, em seu blog no “Yahoo”, que quatro empresas negociam neste momento pela propriedade.
Seriam elas, segundo um dirigente alvinegro: Samsung, Magazine Luiza, Emirates e Claro. Nenhum acordo, porém, foi fechado, como chegou a ser especulado nos últimos dias.
O batismo de uma empresa ao estádio é um dos mais antigos sonhos de Andrés Sanchez, atual presidente do Corinthians e também no momento da construção para a Copa do Mundo de 2014. A venda era parte importante do plano de pagamento da Arena.
A primeira promessa do dirigente de que os naming rights seriam fechados “em, no máximo, 30 ou 40 dias”, contudo, aconteceu no dia 6 de fevereiro de 2012, há mais de oito anos.
Curiosamente, naquela ocasião, o Corinthians também vivia um ano de eleições, como agora. "Estamos negociando com sete empresas. Depois que o próximo presidente assumir, divulgamos em, no máximo, 30 ou 40 dias", disse, na ocasião, o então diretor de seleções da CBF - Andrés havia pedido licença do cargo de presidente dias antes.
A promessa era de que o acordo seria anunciado em março de 2012, mês seguinte à eleição de Mário Gobbi, que assumiu o time do Parque São Jorge no dia 11 de fevereiro.
Em 2020, o Corinthians decidirá quem será seu presidente para os anos de 2021 a 2023 em novembro. Andrés não será candidato, e seu grupo político, no poder desde 2007 no clube, deve indicar Duílio Monteiro Alves, atual diretor de futebol, para as eleições.
Até o momento, o pleito já tem como candidatos confirmados o ex-presidente Mário Gobbi (agora oposicionista), Augusto Melo e Ricardo Maritan. Paulo Garcia também deve concorrer.
