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Como time de Deyverson se transformou após rebaixamento e hoje sonha com Champions

Se o Campeonato Espanhol terminasse hoje, o Getafe estaria classificado para a Champions League, deixando de fora times como Atlético de Madrid e Valencia. Isso já seria muito surpreendente, mas é ainda mais sabendo que, há quatro anos, o time era rebaixado para a segunda divisão.

Pois foi na segunda divisão que, como lembrou o jornal Marca, surgiram muito dos fatores que hoje fazem da equipe da região de Madri a surpreender em toda Europa. Sim, já há uma surpresa europeia mesmo antes da Champions já que o time eliminou o Ajax na primeira fase de mata-mata da Liga Europa.

Após um começo ruim na temporada 2016/2017, o Getafe contratou em setembro o técnico José Bordalas. Rapidamente o comandante se adaptou, subindo o time de divisão e terminando em oitavo lugar a primeira temporada na elite. Um ano depois, o quinto lugar já impressionante.

Dentro de campo, o comandante é o atacante Molina, que estava no Bétis quando a equipe da Andaluzia venceu o Getafe e rebaixou o time em 2016. Aos 38 anos, o atacante que tem 52 gols em 152 já não é mais absoluto dentro de campo, mas é um líder do elenco.

O ataque hoje é liderado por Jaime Mata e Angel Rodriguez, tendo também Deyverson, emprestado pelo Palmeiras que reveza com os habituais titulares.

Foram apenas 21,5 milhões de euros gastos em reforços. Com um estádio pequeno e 13.500 sócios (muitos que vieram após o barateamento dos valores com o rebaixamento), o Getafe nem de longe lembra os grandes times da Europa, mas está em franco crescimento.