<
>

De técnico que até Romário gostou a inspiração de Guardiola: Cruyff nas palavras de seus admiradores

Johan Cruyff, um gênio jogando e pensando o futebol, completaria 73 anos neste sábado

Ícone da Holanda e do Ajax dos anos 70 e comandante do Dream Team do Barcelona na década de 90, o holandês morreu em 24 de março de 2016, aos 68 anos de idade.

Como atleta, ganhou nove edições do Holandês (uma com o Feyenoord) e foi tricampeão da Copa da Europa (antigo formato da Champions League) como o Ajax e foi campeão espanhol com o Barcelona.

Além disso, foi duas vezes vice-campeão da Copa do Mundo com uma seleção holandesa que não precisou de um grande título para ficar na posteridade.

Já como técnico foi o responsável pelo primeiro título da Champions da história do Barcelona e ainda se tornou uma referência para ninguém menos do que Pep Guardiola.

Em homenagem a esta lenda do futebol, o ESPN.com.br resgatou algumas palavras de ícones que demonstraram sua admiração por Johan Cruyff:

"Achava que sabia sobre futebol, mas assim que conheci Johan se abriu um novo mundo. Ele que ensinou duas gerações no mundo do futebol a compreender o jogo", disse Pep Guardiola em 2016. "Eu estou onde estou graças a ele. Primeiro no Barcelona, como jogador e treinador, depois no Bayern de Munique e agora no Manchester City, tudo por Johan. Sou uma pessoa muito sortuda".

"Ele foi, sem dúvida, o melhor treinador que tive, seus ensinamentos serão eternos na minha vida", escreveu Romário em sua página no Facebook quando Cruyff morreu.

"Cruyff é a pessoa mais importante da história da seleção espanhola", disse Xavi em 2017 à Ajax TV. "Se você olhar para trás, é tudo graças à filosofia do Cruyff. Jogadores como eu mesmo, Iniesta ou até mesmo Messi, que são pequenos, talvez não tivessem tido sucesso no Barcelona com outro estilo de jogo".

Romário no Resenha

Em participação no Resenha ESPN em abril de 2017, Romário falou sobre a convivência com Cruyff, relembrando a história em que conseguiu a liberação para curtir o Carnaval. “Se fizesse dois, estava livre. Fiz três”, contou.

Além disso, o Baixinho explicou o motivo de o ter como melhor técnico da carreira. “Aquele que não atrapalha”.