Ronaldinho Gaúcho e Roberto Assis, seu irmão, foram detidos no Paraguai nesta sexta-feira.
A dupla estava no Hotel Sheratton, em Assunção, para onde foi após audiência perante o juiz no Palácio da Justiça. De lá, foram encaminhados ao Grupo Especializado da Polícia Nacional, à disposição do Ministério Público.
"A Procuradoria Geral da República emitiu um mandado de prisão, acusou Ronaldinho pelo uso de um Documento Público de conteúdo falso e solicitou medidas cautelares para a Prisão Preventiva", escreveu o Ministério Público paraguaio em seu Twitter.
La Fiscalía General libró orden de detención, imputó al jugador Ronaldiño por Uso de Documento Público de contenido falso y solicita medida cautelar de Prisión Preventiva.
— Fiscalía Paraguay (@MinPublicoPy) March 7, 2020
O magistrado Mirko Valinotti havia negado o pedido de detenção, e Ronaldinho já tinha passagem comprada para voltar ao Brasil. Entretanto, a pedido da Procuradoria Geral do Paraguai, a justiça voltou atrás e determinou ordem de prisão para os irmãos.
Tal detenção é usada como forma de evitar a saída dos irmãos do país enquanto os documentos falsos são investigados. Na quarta-feira, eles entraram no Paraguai com passaportes que lhes qualificavam com nacionalidade paraguaia.
Na quinta-feira, o fiscal Federico Delfino afirmou que Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, não seriam presos por entrarem com documentos falsos no Paraguai, tendo apenas que pagarem uma "multa social". Entretanto, o juiz responsável pelo caso tomou decisão totalmente contrária nesta sexta-feira.
