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Flamengo espera ter Michael no máximo até sexta e prepara saída de jogadores

O Flamengo acredita que irá definir a contratação de Michael, do Goiás, nesta quinta-feira. No máximo, sexta. E também prepara a saída de outros atletas.

As informações são do jornalista da ESPN Brasil Mauro Cezar Pereira em seu blog no portal UOL.

Otimista que chegará a um acordo com a equipe esmeraldina, depois de uma primeira reunião sem acerto, o Flamengo quer 80% dos direitos do jogador por 7,5 milhões de euros (quase R$ 34 milhões na cotação atual), mas o Goiás pede 8 milhões (pouco mais de R$ 36 milhões).

A diferença de 500 mil euros (R$ 2,2 milhões) seria destinada ao Goianésia, clube que detém 5% dos direitos econômicos do atacante que foi revelação do Campeonato Brasileiro de 2019.

Após a desistência do Corinthians, há quem veja os goianos sem opções. Com tendência de um acordo a partir de uma certa flexibilidade das partes envolvidas.

Em entrevista ao Globoesporte.com, o vice-presidente do Conselho Deliberativo do Goiás, Edminho Pinheiro, falou que ficou definido "cordialmente" com Marcos Braz que as negociações seriam encerradas caso os clubes não cheguem a um acordo até 12h de sexta-feira.

"Ficou acordado cordialmente entre Goiás e Flamengo esse prazo", disse.

Saídas

A chegada de Michael, assim como a de Pedro Rocha, já anunciado, faz parte de ajustes que também resultarão em saídas de outros atletas. A prioridade rubro-negra é vendê-los.

Nomes como o de Orlando Berrío surgem como cotados para sair. Embora o Flamengo prefira negociar em definitivo, empréstimos não devem ser descartados, como aconteceu com Rodinei, cedido ao Internacional até dezembro.

Outro nessa situação é Muralha. O goleiro teve sua permanência no Coritiba até o fim de 2020 confirmada pelo clube paranaense. Assim, caso o mercado não absorva alguns nomes disponíveis, é possível que também sejam emprestados.

Jogadores como Vitinho, caro e reserva em 2019, em tese, também poderão sair. Mas o elevado investimento feito no atacante (10 milhões de euros em 2018, ainda na gestão anterior) torna uma negociação menos provável. E a concorrência interna cada vez maior.

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