Durante o sorteio da Copa Libertadores, em Luque, no Paraguai, Andrés Sanchez roubou a cena. O presidente do Corinthians chamou atenção por ter sido flagrado pelas câmeras rindo quando soube que o São Paulo iria enfrentar o River Plate na fase de grupos.
"O gesto que mais chamou atenção foi quando soube que River rivalizaria com São Paulo na fase de grupos. Lá, ele riu abertamente, ciente de que seu principal rival enfrentará um adversário muito difícil. Certamente, Sanchez não sabia que poderia ser sendo focado pelas câmeras", escreveu o Diário Olé, da Argentina.
Além de River e São Paulo, completam o grupo D o Binacional-PER e a LDU-EQU. Paulo André, dirigente do Athletico-PR e ex-zagueiro do Corinthians, também riu logo após o anúncio do grupo do time tricolor.
Situação do Corinthians
Se o Corinthians passar pelas fases 2 e 3 do torneio [em formato de playoff], cairá justamente na chave de seu arquirrival, que também conta com Bolívar-BOL e Tigre-ARG.
Em entrevista à Fox Sports, o mandatário alvinegro falou sobre o mercado da bola e as preparações do clube do Parque São Jorge para 2020. Uma das certezas de reforço é o atacante Luan, ex-Grêmio, recém anunciado.
"Se o Luan jogar o que jogou, vai ser o rei da América do Sul. Se não, eu fui incompetente de contratá-lo", disse.
Dois possíveis reforços são o lateral-esquerdo Sidcley, que teve passagem por Itaquera em 2018, e o atacante Michael, do Goiás, eleito a revelação do Campeonato Brasileiro no 50º Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet.
"Fizemos uma proposta pelo Sidcley, o time de lá está esperando a janela, demos um prazo até 10 de janeiro. Se não der certo, vamos para o plano B. Pedem 5, 6 milhões de euros (R$ 27 milhões), mas não acho que vale esse investimento", disse.
Sobre Michael, Andrés assumiu o interesse, mas disse que existe um clube do outro lado que deve ser respeitado.
O mandatário alvinegro também falou sobre a saída de Ángel Romero e fechou as portas para um possível retorno.
"Enquanto eu estiver aqui, ele não põe o pé no Corinthians. Acho que ele não agiu direito com o Corinthians. A gente o procurava para renovar – até mesmo quando o Roberto de Andrade estava na presidência. Ele ficava falando ‘tranquilo, despacito’, acabou o contrato e foi embora", finalizou.
