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Com dívida milionária, Independiente faz 'lista de vendas'; veja quem pode sair

O Independiente, maior campeão da Copa Libertadores, com sete taças, vive um momento complicado no campo financeiro. A informação e detalhes a respeito deste cenário foram publicados pelo jornal argentino La Nación nesta sexta-feira.

A publicação aponta que no último balanço, aprovado em 27 de setembro, apontou um aumento de 518 milhões de pesos (R$ 36 milhões na cotação atual) no passivo a respeito a 2018, chegando à quantia de 1.155.382.428 de pesos (R$ 80,3 milhões).

O jornal ainda cita que o clube chegou a ter um período próspero no campo econômico na gestão dos Moyano, que ocorre desde 2014. No entanto, recentemente, o Independiente tem sofrido com adversidades neste aspecto.

“Todos os recém-chegados, estrangeiros ou nacionais, assinaram seus vínculos em dólares, e isso inclui aqueles cujos passes não foram tão caros, como Pablo Pérez ou Fernando Amorebieta”, diz o texto do La Nación. “Com o passar do tempo, as sucessivas desvalorizações do peso e os fracos resultados foram gerando déficit”.

Em meio a este cenário, o vice-presidente Pablo Moyano e o secretário-geral Héctor Maldonado estão no México. Sempre de acordo com o veículo, os dois buscam negociar as dívidas com o América, por conta das contratações de Silvio Romero e Cecilio Domínguez, e com o Pumas, devido à transferência de Gastón Silva.

Além disso, eles também buscariam acertar vendas de atletas. A ida de Martín Campaña ao Cruz Azul por US$ 4 milhões (R$ 16,6 milhões) seria a mais próxima. Alan Franco, Nicolás Figal, Martín Benítez e o próprio Domínguez também poderiam sair.

Na 14ª colocação do Campeonato Argentino, o Independiente não disputou a Libertadores em 2019 e também não irá estar na competição em 2020.