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Conmebol sugere critérios para definir 6 sul-americanos no Mundial de Clubes de 2021

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Presidente do Fluminense diz que rebaixar quatro clubes é muito, e secretário da CBF responde (0:22)

Em evento na confederação, Walter Feldman falou sobre o número de equipes que caem no Brasileiro (0:22)

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, explicou como seria a participação dos seis times sul-americanos no novo formato do Mundial de Clubes de 2021, que terá 24 equipes.

Em entrevista coletiva na sede da entidade em Luque, no Paraguai, o mandatário disse que quatro participantes sairiam dos campeões de 2019 e 2020 da Copa Libertadores e da Sul-Americana.

As outras duas vagas sairiam da Supercopa dos Campeões da Libertadores, que reuniria todos os campeões da competição. O torneio foi disputado durante a década de 90.

A Supercopa seria disputada entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Todos os 25 clubes campeões da Libertadores estarão na disputa, exceto os que já estiverem com vaga garantida no Mundial.

Segundo o Globoesporte, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é contra a criação do novo torneio por falta de datas.

Caso ocorra um campeão repetido na Sul-Ameriacana ou na Libertadores em 2019 e 2010, outra vaga seria aberta pela Supercopa.

As ideias ainda não foram aprovadas pelo conselho da Conmebol formado pelos 10 presidentes das confederações sul-americanas. A próxima reunião será realizada em Assunção, Paraguai, no dia 8 de novembro, às vésperas da final da Copa Sul-Americana.

O Mundial de Clubes de 2021 será disputado entre junho e julho. A Fifa deixou para cada uma das confederações continentais escolherem os critérios de classificação.

As vagas seriam definidas da seguinte forma:

- Campeão da Libertadores de 2019 (Flamengo, Grêmio, River Plate ou Boca Juniors)

- Campeão da Sul-Americana de 2019 (Colón ou Independiente del Valle)

- Campeão da Sul-Americana de 2020

- Campeão da Libertadores 2020

- Duas vagas pela Supercopa