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Arda Turan, ex-Barcelona e hoje no Basaksehir, é condenado a dois anos e oito meses de prisão

O meia Arda Turan, ex-Barcelona e atualmente no Istambul Basaksehir, da Turquia, foi condenado nesta quarta-feira a dois anos e oito meses de prisão por porte ilegal de arma, com a qual disparou no chão em um hospital. Ele não terá que cumprir a pena imediatamente.

O jogador, que custou 34 milhões de euros (R$ 147 milhões, na cotação atual) ao Barça, em 2015, e foi chamado pela imprensa espanhola de "pior negócio da história", só será de fato preso se cometer outro delito nos próximos cinco anos. Ele renunciou de recorrer da sentença.

A denúncia partiu do cantor Berkay Sahin, que teria brigado com Turan durante a ida do meio-campista a uma balada em Istambul, em outubro de 2018.

De acordo com a imprensa turca, o ex-Barcelona assediou a esposa de Sahin, Özlem Ada, no bar do estabelecimento, e iniciou uma briga que terminou com o atleta quebrando o nariz do cantor com uma cabeçada.

O casal se dirigiu na sequência para um hospital próximo, mas, de acordo com a promotoria, Arda Turan seguiu a dupla e, ao entrar no local, disparou um tiro de pistola, sem ferir ninguém.

O jogador da seleção turca, por sua vez, se defendeu dizendo que não sabia que Özlem era casada. Ele ainda afirmou que foi ao hospital para "pedir desculpas" a Sahin, e garantiu que sua arma disparou por acidente, segundo a CNN.

Em campo, Turan segue o péssimo momento dos tempos de Barcelona, que o contratou em 2015 do Atlético de Madri. Na última temporada, foi encostado e pouco entrou em campo, já que teve que cumprir suspensão de 16 jogos por empurrar um árbitro.

Pela equipe catalã, foram 55 jogos e 15 gols.