"Foi comprar uma Ferrari com uma bolsa de doces": Foi assim que o colunista Juanma Rodríguez, do Marca, classificou a proposta do Barcelona ao Paris Saint-Germain por Neymar.
Além de criticar a proposta de 190 milhões de euros (R$ 855 milhões), o jornalista afirma que "não é de se estranhar" que o Barça tenha más relações com os times europeus, já que suas técnicas de negociação são "muito similares aos conquistadores com os índios, que em filmes sempre eram tontos: oferecer espelhos em troca de ouro e pedras preciosas".
Deixar chegar na mídia todos os seus movimentos na tentativa de pressionar o outro clube da negociação, deixando que todos vejam suas "propostas ridículas e televisionando suas paqueras, condenados ao fracasso".
"Agora um espelho, três colares e um cartão postal de Canaletas por Neymar. Depois, um par de sandálias, uma fita cassete com os grandes êxitos de Guardiola e um pôster de Messi... Bartomeu espera que o PSG pague para que Neymar jogue no Barcelona: louvável, sim, estúpido também", afirma.
Para Rodríguez, a única explicação para todos os rumores que soltam na mídia e todas as idas para Paris mesmo sabendo que irão "morrer na praia" é a necessidade de ficarem bem com o vestiário que pediu o retorno do brasileiro.
Além de que ver o Real Madrid - e a Juventus - na disputa, acendeu um farol que não estava ali no início das negociações.
Neymar de branco faria com que "as risadas estivessem garantidas pelos próximos dez anos".
