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Zenit insiste que não houve racismo e nega possibilidade de Malcom deixar Rússia

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Gil revela conversa com Malcom sobre racismo e garante: 'Não vai mudar enquanto alguém não tomar uma decisão' (0:32)

Atacante do Zenit sofreu nas mãos de sua própria torcida em sua estreia na Rússia (0:32)

Em meio à polêmica sobre manifestações racistas por torcedores do Zenit na estreia de Malcom pelo time russo, o clube emitiu uma nota oficial após a agência russa RIA Novosti afirmar que o brasileiro poderia deixar o clube já em janeiro.

Em nota, o clube afirmou que o significado da faixa foi "deturpado" e "mal interpretado". Antes, o diretor do clube, Alexander Medvedev, acusou a "imprensa ocidental" de divulgar "falsas informações".

Pelas redes sociais, a conta oficial do clube, em resposta ao comentarista dos canais ESPN Leonardo Bertozzi negou os rumores sobre a saída do novo jogador e afirmou que esperam que Malcom continue no time "por muito tempo".

Bertozzi: "Você pode negar com veemência possibilidade de Malcom ser vendido em Janeiro?"

Zenit: "Nós podemos negar com veemência as coisas que estão sendo noticiadas e nós queremos que Malcom fique aqui por muito tempo!".

Malcom estreou no último sábado no empate do Zenit contra o Krasnodar pelo Campeonato Russo e a partida ficou marcada pela faixa 'irônica', segundo a imprensa europeia, da torcida do time da casa que dizia "obrigado à direção por respeitar nossas tradições", em alusão a contratação do brasileiro.

Acusados de racismo, a primeira 'resposta' do clube foi publicar um vídeo do momento da entrada do jogador em campo em que a torcida comemorava sua entrada.