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Guerra chega a seis meses sem entrar em campo pelo Palmeiras

Nesta sexta-feira, o meia Alejandro Guerra completa 181 dias, ou praticamente seis meses, sem entrar em campo pelo Palmeiras.

Na última quinta, ele até ficou no banco de reservas durante a vitória por 2 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, pelas oitavas da Copa do Brasil, mas não entrou em campo.

O venezuelano não disputou uma partida sequer em 2019, e a última vez que pisou o gramado foi em 2 de dezembro de 2018, no triunfo por 3 a 2 sobre o Vitória, pela última rodada do Brasileirão.

Ele até poderia ter recebido uma chance contra o Sampaio Corrêa, já que o técnico Luiz Felipe Scolari optou por substituir o amarelado Lucas Lima no intervalo. Contudo, quem entrou foi Gustavo Scarpa.

A última manifestação de Felipão sobre Guerra foi no início de maio, após o empate por 1 a 1 com o CSA, pelo Brasileiro.

Na ocasião, o treinador explicou que o meia havia se lesionado recentemente, e que ainda estava entrando em ritmo nos treinos.

“Muitos não jogaram, assim como o Guerra. Aí começam a falar: ‘Zé Rafael tinha que jogar, o Zé Pedro, aí depois o Juquinha’. Não é assim. E mais, se a torcida não sabe, não sou eu para falar, mas o Guerra vem de uma lesão de 20 dias e vem entrando nos treinos. Calma. Quando tiver que colocar eu vou colocar”, afirmou.

Cerca de um mês depois, porém, o cenário aparentemente não mudou, e o atleta segue como carta fora do baralho.

Vale lembrar que Guerra não foi um reforço barato: ele custou US$ 3,7 milhões (à época, R$ 12.001.487,40) para ser contratado do Atlético Nacional-COL, em valor que foi desembolsado pela patrocinadora Crefisa - e que hoje o Verdão deve ressarcir à parceira após os aditivos contratuais que foram feitos entre as partes.

Com uma passagem marcada por lesões no Palestra Itália, o gringo soma 62 jogos e 8 gols com a camisa alviverde.

Sua próxima chance de jogar será neste domingo, às 19h (de Brasília), contra a Chapecoense, pela 7ª rodada do Brasileiro.