No dia em que o Palmeiras enfrenta o Junior Barranquilla-COL pela Copa Libertadores, a sede do clube amanheceu pichada nesta quarta-feira. Um grupo de torcedores pediu, entre outras coisas, a saída do atacante Miguel Borja e de Leila Pereira, dona da Crefisa, patrocinadora alviverde.
“Muito dinheiro, pouca obrigação”, dizia uma das manifestações dos torcedores, que também escreveram “Fora Borja”, “Fora Leila” e chamaram o time de “pipoqueiro”.
O protesto partiu de uma facção da torcida Mancha Verde. A própria organizada do clube, aliás, foi alvo das pichações, sendo chamada de “vendida” – em referência às doações recebidas da Crefisa nos últimos anos para o Carnaval e à homenagem a Leila em sua quadra.
Em fevereiro, a Mancha anunciou que sua quadra passaria a ter o nome da empresária e de seu marido, José Roberto Lamacchia. Em 2019, a Crefisa foi responsável por repassar, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (mais conhecida como Lei Rouanet), R$ 3,42 milhões à escola de samba.
O Palmeiras enfrenta o Junior Barranquilla, no Allianz Parque, nesta quarta, às 21h (de Brasília), no Allianz Parque. Na Libertadores, o time é segundo colocado do grupo F, com seis pontos, quatro a menos que o líder San Lorenzo, da Argentina.
