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Grêmio tem lucro que é quase o dobro do que Palmeiras conseguiu

Na última terça-feira, os conselheiros do Grêmio se reuniram e apreciaram os resultados da gestão Romildo Bolzan, com números extremamente positivos.

Pela 3ª vez consecutiva, o clube alcançou superávit. Desta vez, foi de R$ 54 milhões, o que representou um crescimento de 391% em relação a 2017.

Para se ter uma ideia da proporção deste lucro, foi quase o dobro do que o Palmeiras, atualmente um dos clubes de maior faturamento do país, conseguiu: R$ 30,7 milhões.

Houve ainda uma melhoria de mais 19% no resultado financeiro.

No período de 2018, o "Imortal" teve receita bruta que foi de R$ 402 milhões, a maior de sua história e uma elevação de 16% comparado a 2017 - para efeito de comparação, neste quesito o Palmeiras ganhou, com um faturamento de R$ 688,572 milhões.

O EBITDA, indicador financeiro que representa quanto a instituição gerou de recursos por meio de suas atividades operacionais, descontando impostos, amortização, depreciação e resultado financeiro, foi de R$ 136 milhões, indicando um incremento de 56% em comparação a 2017.

Destaque também para o desempenho das receitas do Quadro Social, que atingiram R$ 74 milhões, 11% superior ao ano anterior, além da redução de mais de 67% no endividamento bancário e diminuição em 32% no passivo circulante, resultando na melhoria de mais de 19% resultado financeiro.

Por último, o Conselho gremista aprovou que o atual Conselho de Administração do clube (gestão 2017-2019) tenha o direito de concorrer à reeleição, para um mandato de três anos.

Assim fica aberto o caminho para a permanência de Romildo Bolzan à frente do clube de Porto Alegre.

RESUMO DOS NÚMEROS DO GRÊMIO

- 3º resultado superavitário seguido:

- Maior receita bruta da história do clube, superando os 400 milhões de reais;

- Maior lucro líquido da história com crescimento de 391% em relação ao ano anterior;

- Maior receita de quadro social da história superando em 11 % a receita do ano anterior;

- Aumento de 16% na receita bruta, 56% no EBITDA e 391% no lucro líquido;

- Redução de mais de 67% no endividamento bancário;

- Melhoria de mais de 19% no resultado financeiro;

- Redução de 32% no passivo circulante