Após a reunião de que participou com os presidentes do River Plate, Rodolfo D'Onofrio, e Alejandro Domínguez, da Conmebol, Daniel Angelici, presidente do Boca Juniors, declarou que não aceitará jogar uma eventual segunda partida da Copa Libertadores.
"Não aceitamos jogar nenhum jogo", disse o dirigente.
O Boca Juniors entrou com pedido junto ao comitê disciplinar da Conmebol pedindo para que o River Plate seja punido com a perda dos pontos do segundo jogo, o que daria o título ao clube xeneize.
Mas, ainda que o comitê sul-americano não acate o pedido do Boca, o clube pode e pretende levar o caso ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte), na Suíça, entidade máxima mundial da justiça desportiva.
A Conmebol, após reunião com os presidente de Boca Juniors e River Plate, decidiu, nesta terça-feira (27) que a segunda partida da final da Copa Libertadores de 2018 será realizada entre 8 e 9 de dezembro. Mas não apontou nem local, nem data exata e horário para o embate.
Deixa apenas claro que o jogo não vai mais acontecer na Argentina: "Resulta prudente que o jogo não aconteça na Argentina", diz o início do comunicado.
O texto publicado pela entidade em seu perfil oficial no Twitter diz que a Conmebol vai informar o mais breve possível as questões pendentes. E acrescenta que irá arcar com os custo de deslocamento de até 40 pessoas por delegação de cada clube.
