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VAR decisivo: Como a tecnologia foi fundamental nas quedas de Grêmio e Palmeiras

A final da Copa Libertadores está decidida. Ela será entre Boca Juniors e River Plate, que, nesta semana, eliminaram Palmeiras e Grêmio nas semifinais da competição. E pensar que tudo poderia ser diferente se a tecnologia ainda não tivesse sido implementada no futebol. Isso porque as vitórias dos argentinos para cima dos brasileiros teve muita polêmica e os dois confrontos tiveram seus resultados definidos graças ao VAR.

Na terça-feira, o Grêmio estava muito perto de conseguir a vaga para a final. Depois de vencer por 1 a 0 no Monumental de Nuñez, a equipe brasileira saiu ganhando em Porto Alegre. Tomou o empate já na parte final da partida, o que ainda lhe classificaria. Foi quando o VAR apareceu. Depois de chute de longe de Scocco, a bola bateu no braço do zagueiro Bressan, algo que só foi visto pelo juiz graças ao replay, conferido após a indicação dos árbitros do VAR. O pênalti foi confirmado, Gonzalo Martínez marcou o gol e classificou o River para a decisão graças aos gols marcados fora de casa.

No dia seguinte, o Boca aparentava ter uma boa vantagem contra o Palmeiras, depois de vencer por 2 a 0 na Bombonera. Porém, com menos de dez minutos, o alviverde conseguiu um gol, o que colocaria fogo no confronto. E o VAR novamente apareceu. Foi graças à tecnologia que o árbitro flagrou impedimento de Deyverson, que iniciou a jogada que terminou com Bruno Henrique colocando a bola no fundo das redes. Na sequência da partida, as equipes empataram por 2 a 2, confirmando a classificação dos argentinos para a decisão.

Não se entra no mérito se as decisões foram corretas ou não, mas o fato é que, caso o VAR ainda não tivesse sendo usado já nesta Libertadores, a chance de uma final brasileira seria grande.