O Fluminense sofreu uma nova derrota judicial em relação ao caso Gustavo Scarpa.
Após o TRT-RJ (Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro) derrubar o bloqueio de R$ 200 milhões que havia imposto ao jogador e ao Palmeiras pela juíza Dalva Macedo, da 70ª Vara do Trabalho do Rio, agora o TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília, indicou que não deve aceitar recurso do time carioca para derrubar o habeas corpus que libera o atleta para atuar pelo Verdão.
Nesta terça-feira, o ministro Alexandre Agra Belmonte, relator do caso, votou em favor de Scarpa, e foi acompanhado pelos ministros Delaide Arantes, Maria Helena Malmann e Emanoel Pereira.
Como o ministro Douglas Alencar Rodrigues pediu vista regimental (mais tempo para tomar a decisão), porém, o caso foi suspenso por aproximadamente duas semanas, e a decisão ainda não foi homologada.
No entanto, a maioria já está formada na decisão contra o Fluminense, já que quatro dos seis ministros votaram por manter o habeas corpus. Mesmo que os dois restantes votem de maneira diferente, o placar final termina no máximo em 4 a 2.
Ainda é possível que algum dos ministros que já declarou seu voto mude de opinião, mas isso é pouco provável.
Com isso, Gustavo Scarpa seguirá tendo condições legais de defender o Palmeiras, com quem assinou em janeiro deste ano após rescindir seu contrato com o clube das Laranjeiras através de uma liminar, após alegar falta de pagamento de salários, direitos de imagem e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
