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Romário e Zico logo ali, Pelé longe: a corrida para Neymar ser maior artilheiro da seleção brasileira

Ao balançar as redes na vitória por 2 a 0 sobre a Costa Rica, Neymar chegou ao 56º gol na carreira com a camisa do Brasil, marca que o coloca entre os maiores artilheiros da história da seleção.

A posição exata do atual camisa 10 é diferente para a Fifa e CBF. Segundo a confederação brasileira, Neymar está empatado com Romário no quarto lugar. Já a entidade máxima do futebol, que não reconhece diversos amistosos, entende que só Pelé e Ronaldo estão acima do jogador do PSG.

Tanto em uma interpretação, quanto outra, contudo, considerando sua média de 0,64 gols por jogo, Neymar está muito perto de seus concorrentes mais próximos, mas ainda distante de Pelé.

Considerando as contas da CBF, Neymar precisa de mais dez gols para alcançar os 66 de Zico e 11 para os 67 de Ronaldo. Com sua média atual, ele igualaria os dois, respectivamente, com mais 16 e 17 partidas, assumindo, então, a vice artilharia histórica, atrás apenas de Pelé.

A liderança da lista da CBF é do Rei do Futebol com 95 gols. Com 26 anos, Neymar tem boas chances de buscar o topo com sua média de 0,64 gol/jogo, mas demoraria ainda 60 partidas para isso.

Já pelos números reconhecidos pela Fifa, que despreza diversos amistosos considerados pela CBF, Neymar está bem perto de se tornar o maior artilheiro da seleção, no terceiro lugar, com seis gol a menos que Ronaldo (62) e a 21 de Pelé (77) – tem um a mais que Romário e oito em relação a Zico.

Mantendo a média, Neymar alcançaria os 62 gols de Ronaldo reconhecidos pela Fifa com apenas mais dez partidas. Já para buscar os 77 de Pelé, seriam necessários mais 33 jogos.

A próxima chance de Neymar melhorar sua média e também sua condição entre os maiores artilheiros da seleção brasileira será na quarta-feira, às 15h (horário de Brasília), contra a Sérvia.