Apesar de ter jogado apenas 30 minutos contra a Argentina, no sábado, pela estreia da Islândia na Copa do Mundo, o meia Rúrik Gíslason causou um grande frisson fora do campo.
Após sua participação na partida, o que o tornou mundialmente famoso, o número de seguidores do galã pulou de 30 mil para 362 mil em algumas horas, e segue crescendo desde então.
Isso é quase o mesmo tanto que a população islandesa total, que é de 351 mil segundo a última estimativa do Governo.
Atleta do SV Sandhausen, da Alemanha, Gíslason é modelo para a grife de roupas islandesa 66° North, e a combinação de sua habilidade no futebol futebol aliada à sua aparência de viking hipster chamaram a atenção de milhares de pessoas.
A Islândia conseguiu arrancar um empate por 1 a 1 contra o time comandado por Jorge Sampaoli, com Alfred Finnbogason marcando o primeiro gol da história do país em Mundiais.
Outro momento marcante da Islândia, dois anos depois de empatar com Portugal e derrubar a Inglaterra nas oitavas de final da Eurocopa da França.
Outro jogador islandês que chamou atenção foi Birkir Mar Saevarsson, que trabalha em uma fábrica de sal na capital Reykjavik.
O zagueiro joga pelo clube semi-profissional Valur em seu país natal, teve que pedir permissão para representar a Islândia em sua estréia na Copa do Mundo.
