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Presidente do Palmeiras pede justiça no julgamento de Jailson e nega favoritismo

Jogando sob efeito suspensivo, o goleiro Jailson terá recurso da punição de três jogos de gancho pela expulsão no clássico contra o Corinthians e as declarações após o Dérbi julgado na terça-feira. Em entrevista em congresso na Federação Paulista de Futebol, o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, pediu que o TJD-SP seja justo e o permita jogador de 36 anos atuar no jogo de volta da grande final do Campeonato Paulista contra o Corinthians.

“Nossa expectativa é de que haja justiça no julgamento do Jailson e que ele possa jogar a grande final. Que o tribunal não interfira no campeonato”, declarou o mandatário da equipe alviverde.

Galiotte ressaltou que é importante que não haja interferência externa e que a arbitragem seja boa. “É um clássico muito pesado, mexe muito com todos. Temos que pensar que é importantíssimo que o tribunal não interfira no campeonato, que as arbitragens façam ótimo trabalho, que os atletas pensem em jogar futebol. Tudo faz com que a final se engrandeça”.

Além disso, André Sánchez, presidente do Corinthians, chegou a declarar que o Palmeiras era o favorito no Derby que marca a decisão do Campeonato Paulista. No entanto, Galiotte negou que o time comandado por Roger Machado tenha alguma vantagem. “O favoritismo parte do Andrés”, comentou.