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Ele já vestiu a 10 do Real de Kaká, CR7 e cia; hoje, é a contratação mais inusitada do mercado

O Paris Saint-Germain está muito próximo de acertar aquela que pode ser a contratação mais inusitada da janela de transferências de janeiro do futebol europeu.

Segundo informa nesta segunda-feira o jornal L'Équipe, o volante Lassana Diarra depende apenas dos exames médicos para assinar contrato e virar jogador da equipe mais "gastona" da temporada.

Esse, aliás, é o motivo principal da contratação do jogador que completará 33 anos em março. Como dispendeu, ao todo, 238 milhões de euros (R$ 928,2 milhões) em julho do ano passado, o PSG agora precisa se adequar às regras de fair play financeiro da Fifa.

O técnico Unai Emery, mesmo tendo um elenco recheado, vê o meio-campo defensivo com uma posição necessitada de reforço, ainda mais com a já próxima aposentadoria de Thiago Motta.

O problema é que a provável chegada de Lass Diarra pegou a todos de surpresa. Isso porque o francês atuou a última temporada "escondido" no Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos. Ele chegou no clube emiratense em abril de 2017, após passar dois meses desempregado - em fevereiro, ele havia rescindido contrato com o Olympique de Marselha.

No Al-Jazira, Lass disputou só cinco jogos, sem marcar gols ou dar assistências e muitas vezes sequer ficava no banco do time que disputou neste ano o Mundial de Clubes e deu trabalho ao Real Madrid.

A equipe blanca, inclusive, está marcada na história do francês. Afinal, como muitos podem até não se lembrar, ele atuou pelos "galácticos" entre 2009 - ano em que foi comprado por 20 milhões de euros do inglês Portsmouth - e 2012 - quando foi vendido ao Anzhi Makhachkala, da Rússia.

Pelo Real, curiosamente, Diarra vestiu a camisa 10 em um time que tinha craques como Kaká, Cristiano Ronaldo, Xabi Alonso, Raúl, entre outros. Ele nunca foi o jogador dos mais empolgantes, porém.

O contrato de Lass com o PSG, se todos os exames forem um sucesso, terá vínculo de 18 meses, até o final da temporada 2018/19.